Livros sobre Educomunicação
Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação – contribuições para a reforma do Ensino Médio
Novidade na área de educomunicação é o novo livro do professor Ismar de Oliveira Soares que acaba de ser lançado pela Editora Paulinas com o título de “Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação – contribuições para a reforma do Ensino Médio”.
Chega em um momento oportuno em que o Ministério da Educação rever o currículo do Ensino Médio.
São 104 páginas está em sintonia com o Programa mais Educação, do MEC, que escolheu a Educomunicação como um dos macrocampos do projeto Ensino Médio Inovador, discutindo caminhos para tornar a educação uma experiência significativa para as novas gerações.
O diferencial está na visão sistêmica do novo conceito, propondo que professores e alunos passem a ser gestores de sua comunicação, sócios de uma mesma empreitada, cúmplices de um mesmo projeto: a ampliação do “coeficiente comunicativo” das ações no âmbito da comunidade escolar.
Seu lançamento ainda brinda o lançamento da Licenciatura em Educomunicação pela Universidade de São Paulo – USP;
O livro pode ser adquirido pela internet pelo site das Livrarias Paulinas ao preço de R$ 22,40.
Educomunicação: Construindo uma nova área de conhecimento
Educomunicação: Construindo uma nova área de conhecimento, livro de autoria de Adílson Odair Citelli e Maria Cristina Castilho Costa
A Educomunicação é uma área do conhecimento que busca pensar, pesquisar e trabalhar a educação formal, informal e não formal a partir de ecossistemas comunicativos. A comunicação deixa de ser vista como fenômeno tão somente midiático, de função instrumental, para integrar dinâmicas formativas e planos de aprendizagem, como ver a televisão e o cinema, ler o jornal e a revista; produzir programas audiovisuais e em mídias digitais. Este livro pretende contribuir para o aprofundamento dos estudos em Educomunicação. Autores que se destacam nesse novo campo do conhecimento escreveram artigos originalmente publicados na revista Comunicação & Educação, único veículo brasileiro a tratar de forma sistemática, ao longo de quase 15 anos, desse tema.
O livro pode ser adquirido pela internet pelo site das Livrarias Paulinas ao preço de R$ 28,40
Novo profissional na área da Comunicação
“Por que e para que é necessário um novo profissional da comunicação?” (Guillermo Orozco Gómez, Professor titular do Departamento de Estudos da Comunicação Social da Universidade de Guadalajara)
Muito se tem discutido a respeito da necessidade de um novo profissional da comunicação, tanto no campo acadêmico como no campo profissional. Prova disso são os inúmeros textos e artigos que surgem, além das discussões em fóruns e redes sociais. Mas a pergunta que norteia tais discussões é: será mesmo necessário um novo profissional na área de Comunicação?
As novas necessidades da sociedade tem nos levado a enxergar que o perfil do comunicador mudou, principalmente se considerarmos que os limites das áreas não estão mais tão definidos como antigamente. Roseli Figaro, Professora da Universidade de São Paulo e do Curso de Especialização Gestão da Comunicação da ECA/USP, afirma que o que temos atualmente é um “borrar de áreas”. Desse ponto de vista, a comunicação é fundamental para todo e qualquer profissional, o que implica pensar na comunicação como processo de organização social, capaz de identificar conflitos e fazer propostas para que, os envolvidos, possam resolvê-los.
Com tantas mudanças, sobretudo, no que diz respeito às tecnologias de informação e de comunicação, os profissionais da comunicação e também de outras formações de nível superior necessitam ampliar suas competências. Exercer bem um papel profissional requer, daqueles que atuam em diferentes instituições sociais, tenham elas caráter de empresas privadas, setor público, não-governamental, de negócios ou de agência cultural e social, uma formação especializada em processos de comunicação.
Um bom exemplo é o crescimento pela demanda de profissionais que tenham um perfil de gestor social da comunicação. Como afirma Guillermo Orozco Gómez, Professor titular do Departamento de Estudos da Comunicação Social da Universidade de Guadalajara, México, “um gestor comunicacional é um ser de linguagem, um mediador entre sujeitos que se comunicam, mas que estão colocados em diferentes situações e contextos, em distintas cotidianidades”. Para tanto este profissional deve estar sensível às demandas de sua função e buscar renovar seus conhecimentos e aperfeiçoar suas habilidades. O gestor de comunicação deve ser capaz de articular as diversas mídias e as diferentes linguagens da comunicação, da interpessoal àquela que a sofisticação da tecnologia permite.
Mais artigos e informações sobre esse novo perfil profissional e cursos de gestão da comunicação, visite o site www.eca.usp.br/gestcom.
Fonte: ECA/USP
Professor sine qua non
Por Gabriel Perissé
Chegou o momento de solucionar o problema crônico da desvalorização do professorado brasileiro.
A este respeito, caberá à mídia acompanhar o que for realizado para que a profissão docente ganhe o prestígio social compatível com sua importância no desenvolvimento do país. A valorização do professor é indispensável na luta por uma educação melhor. Precisamos criar o professor sine qua non. O professor sem o qual falar de educação de qualidade será, no mínimo, perda de tempo.
Na revista Época desta semana (nº 658), Ilona Becskeházy, diretora-executiva da Fundação Lemann, enfatiza em seu artigo – “O grande desafio é valorizar os professores” – que esta valorização inclui aumento salarial, treinamento, supervisão e avaliação de desempenho. Em outras palavras, valorizar é investir e, investindo, propor e esperar melhores resultados.
Escrevendo para a edição especial da revista CartaCapital (22/12), o professor Vladimir Safatle diz (clareza maior, impossível) que “o sucesso do processo educacional tem, como condição necessária, a existência de um corpo de professores altamente qualificado e motivado”. Essa motivação, que muito ajuda na hora da formação, está vinculada, sim, à questão salarial. Safatle denuncia o cinismo de quem nega essa vinculação:
“[…] outros gostam de falar que o que motiva professores não é necessariamente o salário, mas ‘a grandeza da profissão’, ‘o prazer de ensinar’ e outras pérolas do gênero. Alguém deveria sugerir uma lei para limitar o cinismo desses arautos do altruísmo alheio.”
A década da valorização docente
Seria o caso também de denunciar quem cobra altíssimos cachês (há quem mande a conta em euros!) para, em suas palestras e conferências, escamotear a discussão aberta e urgente sobre a remuneração dos professores, associada sempre, devemos lembrar, às exigências decorrentes da função educativa.
Em editorial publicado no domingo (19/12), “Brasil nota 6″, a Folha de S.Paulo menciona como ponto fundamental do PNE (Plano Nacional de Educação 2011-2020), enviado ao Congresso este mês, a valorização do professor da rede pública na educação básica. Tal valorização requer a definição de um rendimento médio que leve em conta o tempo de escolaridade necessário para formar um docente.
A permanência de Fernando Haddad no MEC é, em princípio, a garantia de que, para alcançar as metas de uma educação melhor, o tema da valorização docente deixará de ser um tema a mais. Deve tornar-se questão crucial, como dá a entender o próprio ministro:
“Se nós não fizermos da próxima década a década de valorização do professor será muito difícil cumprir as metas de qualidade. As metas exigem que nós tenhamos atenção maior com a formação e a remuneração do docente.” (iG Brasília, em 15/12).
O MEC, porém, não é todo-poderoso. Metas não se cumprem magicamente. O diálogo entre governo federal, governos estaduais e municipais deve concentrar-se na busca de caminhos concretos para que essa década de valorização docente comece a contar desde o primeiro mês, janeiro de 2011. E que a sociedade, com a ajuda da mídia, acompanhe esse diálogo com o devido interesse.
* Gabriel Perissé – Doutor em Educação pela USP e escritor; www.perisse.com.br
Fonte: Observatório da Imprensa
Melhores projetos receberão prêmio “Profissional do Futuro”

Os mais de 120 projetos de alunos que estão expostos na 8º Feira do Jovem Empreendedor Joseense já estão sendo avaliados por uma comissão julgadora, formada por 24 representantes de instituições civis e privadas. Seis deles, sendo três do Ensino Médio e outros três do Fundamental, serão premiados na próxima sexta-feira (22) e todos receberão o troféu “Profissional do Futuro”.
A cerimônia de entrega dos troféus e das medalhas de participação no evento terá início às 18h, no Parque Tecnológico. Para uma das avaliadoras, a assessora administrativa da Incubaero, Ideli Martins de Souza, o nível dos projetos apresentados pelos alunos surpreendeu e dificultou a escolha. “Eles já são empreendedores, só falta serem lapidados”, disse.
A Feira do Jovem Empreendedor Joseense teve início na terça-feira (19) e vai até o sábado (23). Na quinta-feira (21) tem início o Congresso Internacional de Educação. O evento será aberto pela palestra do ex-ministro de Educação da Argentina, Juan Carlos Tedesco, que abordará o tema: “Prioridade à Educação Científica: uma decisão política”.
As inscrições foram encerradas pelo site, mas as vagas remanescentes para as dez palestras programadas estarão disponíveis durante o evento. O Congresso Internacional de Educação termina também no sábado (23). Mais informações e a programação completa dos dois eventos podem ser conferidos no site www.feiradojovemempreendedor.com.br.
Fonte: Secretaria Municipal de Educação
Congresso Nacional de Educação em São José dos Campos
CO 01: “Prioridade à educação científica: uma decisão política”
21/10 das 19h às 21h
A preocupação para melhorar a qualidade da educação afeta, hoje, a maior parte dos países do mundo. A literatura internacional sobre educação e as declarações dos responsáveis pelas decisões nesse campo, permitem concluir que ninguém está satisfeito com a oferta educativa disponível: dirigentes políticos, docentes e as famílias. Em alguns casos esta insatisfação se justifica porque consideram que a educação está associada aos desafios do passado e não aos anseios que provêm das novas condições sociais, culturais e econômicas da “sociedade do conhecimento”.
Palestrante: Juan Carlos Tedesco – Universidade de San Martin – Buenos Aires
Programação
CO 01: “Prioridade à educação científica: uma decisão política”
21/10 das 19h às 21h
Sinopse
A preocupação para melhorar a qualidade da educação afeta, hoje, a maior parte dos países do mundo. A literatura internacional sobre educação e as declarações dos responsáveis pelas decisões nesse campo, permitem concluir que ninguém está satisfeito com a oferta educativa disponível: dirigentes políticos, docentes e as famílias. Em alguns casos esta insatisfação se justifica porque consideram que a educação está associada aos desafios do passado e não aos anseios que provêm das novas condições sociais, culturais e econômicas da “sociedade do conhecimento”.
Palestrante
Juan Carlos Tedesco – Universidade de San Martin – Buenos Aires
Minicurrículo
Graduado em Ciências da Educação pela Universidade de Buenos Aires. Ingressou na UNESCO como especialista em Política Educacional em 1976, sendo Diretor do Centro Regional de Educação Superior para America Latina e Caribe (em Santiago, Chile) até 1992; Diretor do Escritório Internacional da Educação da UNESCO, em Genebra até 1997; Diretor da sede regional do Instituto Internacional de Planejamento da Educação da UNESCO, em Buenos Aires, até 2005; Secretário da Educação da Argentina, de 2006 a 2007; Ministro da Educação da Argentina de dezembro de 2007 até julho de 2009. Colaborou internacionalmente em várias missões de assistência técnica a Ministérios de Educação da América Latina, África e países árabes, tendo sido membro do Conselho do Instituto Nacional de Qualidade da Educação na Espanha e do Conselho Acadêmico da Universidade de Genebra. Atualmente, é professor da Universidade de San Martin, em Buenos Aires; autor de diversos artigos e livros sobre as relações entre educação e sociedade; e membro da Academia Nacional de Educação na Argentina.
CO 02: “Experiências internacionais na valorização do professor”
22/10 das 8h às 9h30
Sinopse
Aborda a relação aluno-professor, como consequência direta da qualidade e capacidade dos docentes, considerada como desafio para todos os sistemas de educação. Propõe a valorização da carreira do professor, como meio de contribuir para o aprendizado dos alunos.
Palestrante
Marcos Cruz – Consultoria McKinsey & Company – SP
Minicurrículo
Graduado pela Unicamp; MBA do INSEAD (França). Sócio global da consultoria McKinsey & Company em São Paulo, desde 1999, responsável pela área de Educação para a America Latina, lidera os estudos internacionais do tema na região. O foco de sua atuação, nos últimos anos, envolve situações de planejamento estratégico, reestruturação, desenho organizacional e implantação de projetos para clientes privados e governamentais.
MD 01: “Ética”
22/10 das 10h às 11h30
Mesa de Debate
Mediadora: Miriam Menezes
Palestrante: Miguel González Arroyo – Faculdade de Educação – UFMG
Professor Titular Emérito da Faculdade de Educação da UFMG, com graduação em Ciências Sociais; Doutorado (PhD em Educação) – Stanford University (1976); e Pós-Doutorado – Universidad Complutense de Madrid, U.C.M., Espanha (1991). Possui ampla experiência em Política Educacional e Administração de Sistemas Educacionais e acompanha propostas educativas em várias redes estaduais e municipais do país.
Sinopse
“Ética, educação e gestão”
O tema gira em torno das seguintes questões: Que lugar tem ocupado a formação do sujeito ético na educação? Os currículos cientificistas e positivistas não têm ignorado a formação ética dos educandos? Como não cair em posturas moralizantes e segregadoras diante da diversidade de comportamentos dos educandos? O que se exige dos currículos e da formação docente e gestora como preparação para cumprir nossa função de formação do sujeito ético?
Palestrante: Yves de La Taille – Instituto de Psicologia – USP
Professor Titular do Instituto de Psicologia-USP da Cadeira de Psicologia do Desenvolvimento e Psicologia Genética – Instituto de Psicologia – USP. Agraciado com o Prêmio Jabuti – 2007, na área de Educação, Psicologia e Psicanálise, com a obra “Moral e Ética: dimensões intelectuais e afetivas”.
Sinopse
“Do tédio ao respeito de si: educação moral e formação ética”
Proposta de duas análises complementares da contemporaneidade: a”cultura do tédio”, de falta de sentido existencial que compromete a realização ética de uma “vida boa”; e a “cultura da vaidade”, de superficialidade que compromete a legitimação moral de deveres. Abordagem psicológica voltada às ações educacionais desejáveis para a construção de uma “cultura do sentido” e uma “cultura do respeito de si”.
CO 03: “Metas e motivações educacionais: um olhar pela demanda”
22/10 das 13h30 às 15h
Abordagem da relação existente entre os níveis educacionais e as camadas sociais da população, analisando em que medida cada nível educacional chega às pessoas mais pobres da população. Apresentação de evidências objetivas de alguns aspectos subjetivos da educação, relacionados à permanência na escola, questionando, por exemplo: Por que o jovem de determinada idade não frequenta a escola? Se é porque ele tem de trabalhar para o sustento da família, por que, neste caso, não há escola acessível? – ou ainda – Por que ele não quer o tipo de escola que lhe é oferecido?
Palestrante: Marcelo Côrtes Neri – Centro de Políticas Sociais – FGV
Chefe do Centro de Políticas Sociais (CPS) vinculado à FGV; phD em Economia pela Universidade de Princeton; pesquisador na Diretoria de Estudos Sociais do IPEA. Atuação ativa em debates sobre políticas públicas. Sua proposta de criação de mecanismo de crédito social vinculado às Metas de Desenvolvimento do Milênio foi premiada durante o Congresso Global Network Meeting, realizado em Dakar, Senegal.
MD 02: “Diversidade”
22/10 das 15h30 às 17h
Mesa de Debate
Mediadora: Márcia Silvestre
Palestrante: Ana Canen – UFRJ – CNPq
Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), PhD em Educação pela University of Glasgow. Atualmente é professora associada do Departamento de Fundamentos da Educação, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. É pesquisadora do CNPq e desenvolve pesquisas em Multiculturalismo e Formação de Professores, tendo especial interesse nas áreas de Educação Comparada, Avaliação da Aprendizagem e Avaliação Institucional. Possui diversas publicações em periódicos no Brasil e no exterior.
Sinopse
A relação do currículo com a diversidade cultural. O conceito de multiculturalismo no contexto do currículo para a diversidade. Ênfase nas diferentes abordagens e implicações para conteúdos, competências e habilidades das propostas curriculares para a diversidade. Análise dos desdobramentos no processo de ensino e aprendizagem e na avaliação.
Palestrante: Júlio César Furtado dos Santos – UNIABEU – RJ
Possui graduação em Geografia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1986), em Pedagogia pela FIS (1987) e em Psicologia pela UFRJ (1989). Especializações em Orientação Educacional, Dinâmica de Grupo, Psicopedagogia e Gestalt-terapia. Doutorado em Ciências da Educação pela Universidade de Havana, Cuba (1999). Atualmente é Reitor da UNIABEU, RJ. Seus focos de pesquisa na área de Educação são Aprendizagem e Prática e Formação Docente.
Sinopse
O discurso da diversidade versus a prática da homogeneidade. As barreiras da dimensão institucional. A escola como instituição “homogeneizadora”. As barreiras da dimensão subjetiva. O professor como pessoa e suas limitações. As identificações com a maioria e as minorias. O direito à aprendizagem e a diversidade de formas de aprender. Algumas ações possíveis.
CO 04: “Os Desafios da Educação no Brasil e no Rio de Janeiro”
23/10 das 8h às 9h30
Sinopse
Abordagem da universalização do acesso ao Ensino Fundamental. Avanços do Brasil num processo mais estruturado de avaliação da aprendizagem, por meio do SAEB, do ENEM, da participação no PISA e, mais recentemente, da Prova Brasil. Discussão sobre a queda da qualidade da aprendizagem no país, apontando problemas e possíveis caminhos para a solução, levando em conta a experiência de vários municípios e Estados e, em particular, a do Rio de Janeiro.
Palestrante: Regina Helena Diniz Bomeny – Subsecretaria Municipal de Educação – RJ
Especialista em gestão de políticas públicas; graduada em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas; doutorado em Gestão. Foi, entre outras funções, Ministra do Ministério da Administração, Vice-Presidente executiva da Fundação Victor Civita e secretária de Estado da Cultura do governo do Estado de São Paulo. Professora convidada da Universidade de Québec; gerente do Banco Mundial para a América Latina na área de Setor Público e Combate à Pobreza e consultora para os governos de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Atualmente, é Secretária Municipal de Educação do Rio de Janeiro.
MD 03: “Gestão”
23/10 das 10h às 11h30
Mesa de Debate
Mediadora: Renata Ramos
Palestrante: Cisele Ortiz – Instituto Avisa Lá – SP
Psicóloga, especialista em educação infantil, foi professora, coordenadora, diretora e supervisora de escolas de educação infantil. Desde 1996, é coordenadora adjunta do Instituto Avisa Lá, nos programas de formação continuada de professores e demais profissionais da escola.
Sinopse
Reflexão sobre as tarefas prioritárias da equipe de gestão: aprendizagem dos alunos; melhoria e manutenção permanente da estrutura física; formação profissional; parceria com as famílias e comunidade.
Palestrante: Paola Gentile – Fundação Victor Civita – SP
Jornalista, foi repórter e editora do jornal O Estado de São Paulo e da Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão. Trabalha em publicações da área da Educação há 10 anos, atuando como repórter e editora da Revista NOVA ESCOLA e, atualmente, como editora da revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR, ambas da Fundação Victor Civita (FVC).
Sinopse
Conclusões sobre quem são, o que pensam a respeito da Educação, a rotina diária e os principais problemas que diretores de escola e coordenadores pedagógicos enfrentam no desempenho de suas funções. Com base em pesquisas quantitativas realizadas pelo IBOPE e qualitativas, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, realizadas recentemente pela área de Estudos e Pesquisas da Fundação Victor Civita.
